Só tinha dois quando olhei dentro da caixinha. Peguei o quase último, logo pela manhã, mas depois achei cedo demais. O gosto da hortelã do creme dental ainda tava na boca. Geralmente quando é assim eu prefiro esperar o gosto sumir, misturados me viram o estômago. Daí pensei que teria que andar até o mercadinho perto do trabalho para comprar mais, e lá vai mais uma porcentagem de salário investido no meu sossega leão roliço. Deixa pra lá andar até o mercadinho. E se eu parasse com isso? Economizaria energia até lá. Quanta bobagem! Fumei o primeiro dos últimos dois... da caixinha. Enquanto a fumaça entrava e saía pela boca, o coração batia mais lento, e a velha e boa sensação de bem estar pairava sobre mim.
Entre breves tragos pensava, pensava, pensava... E se eu não comprasse mais? Nunca mais. Nunca mais?
Agora enquanto escrevo já irritada, querendo deletar cada palavra, digo pro mundo: ÉÉÉÉÉ to tentando parar! Que saco! - Um dia depois. Nenhum cigarro e uma vontade de matar qualquer coisa, pessoa, objeto que exista, respire, ou se mova na minha frente. Não consigo sequer colocar ordem nas palavras. Só consigo dizer e escrever o que vem fácil na mente: VONTADE e FORÇA DE VONTADE. Me dá um trago, please?
2 Línguas pretas.:
Caso minhas palavras e meu pensamento positivo para que sua FORÇA DE VONTADE tenha sucesso sejam necessárias... Estou sempre torcendo por vc.
Bj
Polaco
Ai polaco! Você hein... eu recebo todos os seus pensamentos positivos. Assim minha força fica maior.
Vamos sempre torcer um pelo outro, eu sei, não importa a distância... Obrigada por ser quem é. Um beijo.
Morena.
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